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terça-feira, 5 de agosto de 2014

Histórias de Um Pracinha na Segunda Guerra Mundial

Histórias de um Pracinha da Segunda Guerra Mundial - Memórias do meu pai 

O livro conta histórias verídicas de um veterano da Segunda Guerra Mundial. Um livro com palavras simples, que não narra as estratégias da guerre, não entra nos méritos das batalhas. Porém, faz um breve comentário de algumas  das batalhas que participou.
Conteúdo rico em histórias reais.
Passando os sentimentos de angústias,tristezas,alegrias e esperanças.
Com fatos marcantes em sua vida e em sua mémoria. 
Histórias vividas por ele e seus companheiros mais próximos. Histórias de companheiros que partiram durante o conflito e de companheiros que fizeram parte de seu convivio no pós-guerra.
escritora Maria Isalete 

O ¨LAPA AZUL¨

A memória da Força Expedicionária Brasileira (FEB) na II Guerra Mundial é quase desconhecida por nossos jovens. Hoje dizer que soldados brasileiros estiveram na Europa, lutando contra o nazi-fascismo, causa estranheza às novas gerações.
Consultando os livros escolares de História do Brasil, verifica-se o motivo de tal desconhecimento: em alguns deles a participação da FEB se resume a uma linha. Em muitos, ela é sequer mencionada.
Por seu turno, a bibliografia especializada destaca os aspectos estratégicos e as implicações políticas da guerra, em particular as ações dos líderes militares e civis, deixando o relato do simples soldado no anonimato.
A concepção do documentário visa preencher esse hiato histórico, abordando o conflito sob a ótica do personagem que carregou o mais pesado fardo na II Guerra Mundial — e o faz em todas as guerras : o soldado de infantaria.
A obra revive a memória dos integrantes do III Batalhão do 11º Regimento de Infantaria, conhecido como o “Lapa Azul”, formado, em sua maioria, por jovens oriundos das classes humildes do interior mineiro.
Foram jovens que venceram limitações consideradas insuperáveis para um exército sul-americano, indo desde as de ordem material até o ceticismo dos seus aliados e compatriotas. Por fim, aprenderam a guerrear e a sobrepujar as experientes tropas alemãs, em meio à lama e à neve, nas montanhas dos Apeninos italianos.
Este documentário nasceu inspirado na luta e na garra desses homens, destacando aquele que foi o momento mais importante do Brasil, no cenário internacional, durante o século XX.
Mais do que um exercício de memória, o “Lapa Azul” revela o verdadeiro espírito do brasileiro: humilde, pacífico e generoso por natureza, mas capaz de transformá-lo em guerreiro quando necessário.

A POLICIA DE SÃO PAULO NOS CAMPOS DA ITÁLIA

Este livro estuda o Pelotão de Polícia Militar da Força Expedicionária Brasileira, criado em 1943 quando da constituição da Primeira Divisão de Infantaria Expedicionária, durante a Segunda Guerra Mundial.
Originalmente o Pelotão de Polícia foi criado tendo base homens da Guarda Civil de São Paulo, sendo os Oficiais e Sargentos dos quadros de efetivo do Exército Brasileiro.
O presente trabalho objetiva explicar de uma maneira genérica o início da Segunda Guerra Mundial, o motivo do envolvimento do Brasil na guerra, a criação e envio da Primeira Divisão de Infantaria Expedicionária à Itália e um histórico da criação do pelotão da Polícia Militar, que originou a atual Polícia do Exército.
Para tanto, iniciaremos o estudo alguns anos antes da declaração oficial da guerra contra os países do “Eixo”.
Daremos uma visão da tendência política da época que, a princípio, não era só de neutralidade como de pendência para o lado do autoritarismo de Adolf Hitler.
Narraremos as dificuldades para a formação da FEB, a viagem de vários dias em mar perigoso, infestado de submarinos inimigos e o desenvolvimento das tropas na Itália.
Citaremos fatos relativos ao desenvolvimento do pelotão de polícia, desde a sua formação, desenvolvimento e posterior definição como tropa de elite do Exército Brasileiro.
Finalmente entrevistamos alguns sobreviventes e teremos as biografias de todos os componentes do Pelotão de Polícia.

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

LONGA JORNADA


Nele estão explícitos medo, incertezas, angústia e, em contraposição, coragem, fé, esperança e uma abnegada dedicação aos ideais defendidos pelo Brasil, que têm como pano de fundo um momento crucial da história da humanidade, em que o nazifascismo havia posto em risco a democracia, a liberdade e a paz mundial.
Os deslocamentos por terra e pelo mar até o Rio de Janeiro, a preparação para o combate, a travessia do Atlântico, a adaptação à neve e os macetes para superar o frio, a triste realidade dos combates e do dia a dia na guerra, a saudade da família e da Pátria, a solidariedade dedicada aos italianos, amizade e espírito de corpo, entre outros muitos sentimentos estão impregnados nos relatos transcritos em 80 páginas.
 No intuito de tornar a leitura mais agradável, além de uma linguagem dirigida ao público jovem, mais de 100 imagens, muitas delas inéditas ilustram os textos.
Com o apoio cultural da Fundação Habitacional do Exército/Poupex, o livro foi distribuído gratuitamente às escolas e bibliotecas públicas da Região Central do RS e organizações militares do Brasil. Tem duas funções principais: a primeira é suplementar ao estudo da disciplina de História, aproximando o evento “II Guerra Mundial” de estudantes dos ensinos médio e fundamental; a segunda, enaltecer os feitos de humildes soldados que, há mais de seis décadas, nos legaram um mundo mais livre e democrático.

Interessados também podem adquirir o livro (R$ 12,00, já incluído o valor da postagem) fazendo contato pelo e-mail sirio.feb@gmail.com, para orientações. O valor arrecadado com a venda será revertido para a preservação da memória da FEB.
No link abaixo pode ser assistida à música “Longa Jornada”, que resume várias passagens do livro, do mesmo autor, com interpretação de João Chagas Leite.  


quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

1942: o Brasil e sua guerra quase desconhecida

O baterista do Paralamas do Sucesso, João Barone, foi atrás de histórias não contadas por seu pai, que combateu os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Se a motivação foi em parte pessoal, o resultado é ‘1942: o Brasil e sua guerra quase desconhecida’, um livro que dá uma aula de história sobre a participação do Brasil no conflito e sobre os pracinhas da Força Expedicionária Brasileira. “Topei o desafio de dar novos vernizes para essa história que foi deixada de lado”, aponta o músico e escritor.
Segundo o autor, olhar para a situação do país à época do combate ajuda a compreender o Brasil de hoje. “Falo sobre infraestrutura, que não existia. O Brasil participar da guerra foi uma tentativa de entrar no bonde da modernidade”, destaca Barone, que também escreveu o livro ‘A minha Segunda Guerra’ e lançou o documentário ‘Um brasileiro no Dia D’.
Seu pai, que ajudou a tomar Monte Castelo, na Itália, não fala sobre as agruras da guerra. “É um comportamento comum de ex-combatentes. Ele falava só as coisas mais politicamente corretas”, lembra o escritor. Em seu segundo livro, ele aborda o esforço de reunir 25 mil homens para formar uma força militar. Como o número de voluntários não atingiu quórum suficiente, houve a necessidade de fazer convocações. “Dos 25 mil, morreram uns 470. Era uma guerra de verdade mesmo”, afirma.

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